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Ao menor ruido ou sinal de problema pare o veículo em um lugar seguro e caso não identifique a falha consulte um especialista
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Se o motorista mantém em dia a manutenção do seu carro, certamente acredita que não tem com o que se preocupar. Mas vale lembrar que um inconveniente sempre pode surgir. Durante uma longa viagem, por exemplo, a probabilidade é ainda maior. Um pneu furado, neblina, chuva forte, trechos alagados, buracos, enfim, o condutor precisa estar em condições de reagir aos imprevistos. Certas ocasiões não dependerão somente dele e exigirão a ajuda de um especialista, seja um mecânico ou auto-elétrico.
Antes de tudo é importante que o condutor estabeleça uma relação com o carro e saiba os barulhos corriqueiros que ele faz. Desse modo, qualquer ruído estranho vai deixar o motorista atento. Se os sons diferentes persistirem ou mesmo piorarem, o condutor deve encostar o veículo em um local seguro para avaliar o que pode estar acontecendo. A primeira dica é prestar atenção ao painel de instrumentos: uma ou outra luz acessa no painel pode indicar um problema iminente ou um defeito mecânico. Se tiver dificuldade para entender alguns símbolos, consulte o manual, lá todos são explicados.
Em uma situação de emergência o controle do pânico é fundamental. Se o carro parar de repente ligue o pisca alerta e tente ligar o motor novamente. Se perceber que o carro funciona mas de modo irregular, tente levá-lo para o acostamento. Evite ao máximo ficar parado no meio da pista. Lembre-se do triângulo.
Quando estiver dirigindo em pista molhada diminua a velocidade e acenda o farol. Em trechos com bastante água na pista pode ocorrer a aquaplanagem, que faz com que o carro perca a aderência ao solo. Neste caso, mantenha a direção firme e não pise bruscamente no freio. Tire o pé do acelerador e assim que o automóvel voltar a ter aderência, reduza a marcha e siga com menos velocidade.
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Motoristas devem ficar atentos as indicações do painel
Com neblina também não se brinca. Ela vem de repente e tira a visão do condutor. Nessa hora o melhor a fazer é reduzir a velocidade, ligar o farol baixo e seguir cuidadosamente. Use as faixas na pista e as luzes dos demais veículos para se guiar.
Caso aviste um buraco passe reto por ele. Evite entrar de lado, pois isso pode facilitar o corte de um pneu. E o mais importante: nunca passe por um buraco com o freio acionado. Isso fará com que o impacto seja potencializado e quem vai sofrer nessa ocasião será a suspensão.
Em trechos de estradas mais abertos é comum a incidência de ventos laterais. Isso pode fazer o carro balançar, portanto se perceber os ruídos de ventos fortes e o carro chacoalhar é bom reduzir a velocidade. Os ventos fortes não chegam a ser um alerta, mas essa circunstância pode somar-se a outras e aumentar os riscos da condução.
O que mais pode causar pânico do que ficar sem freios? Portanto é importante verificar se os freios estão funcionando corretamente sempre que for enfrentar um longo trecho de descida. Se estiver em alta velocidade e os freios não responderem, comece a reduzir as marchas, uma a uma, sempre dando uma leve acelerada entre uma marca e outra para facilitar o engate e evitar trancos.
Conforme a velocidade for diminuindo use também o freio de mão. Uma dica muito importante é não deixar o carro desengrenado, utilizando uma prática mais conhecida por banguela. Ao descer com o carro solto, sem nenhuma marcha engatada, o freio será sacrificado e o esforço redobrado vai gerar um aquecimento que pode causar a fadiga dos componentes. Assim, saiba que a banguela, além de não economizar combustível, coloca em risco sua segurança.
E por falar em aquecimento, uma pane comum é o superaquecimento do motor. Isso ocorre quando o propulsor trabalha sem a refrigeração adequada. Não pense que isso só ocorre em dias quentes, pode acontecer sempre que faltar água no motor. Por isso é importante conferir regularmente o nível de água do radiador do motor. No tráfego, se começar a sair fumaça do compartimento do motor, encoste o mais rápido possível e aguarde alguns minutos para esfriar.
Nessa circunstância o motorista deve verificar se existe algum buraco no radiador ou se alguma mangueira está com vazamentos. Se não conseguir identificar furo ou então se sentir-se inseguro para essa verificação procure um mecânico, porém, se estiver em um local inadequado, o melhor a fazer é esperar por volta de 30 minutos e então abrir, com muito cuidado, o reservatório de água. Complete o nível até a marca indicada e depois ligue o carro, mas lembre-se de levar a um mecânico o quanto antes. Uma dica para ajudar a resfriar o carro é ligar o ar condicionado ou, principalmente, o ar quente. O sistema faz recircular a água e com isso baixar a temperatura.
O carro pode parar também por causa de uma pane elétrica. Uma delas é no motor com injeção eletrônica que começa a falhar. Pode ser um problema no dispositivo que regula a quantidade de combustível a enviado para o motor ou então a bateria fraca ou o alternador, nos casos em que o carro não funciona de jeito nenhum. Mas antes do carro parar ele manda um recado. Observe constantemente o painel de instrumentos, assim quando algo sair do normal, você poderá identificar e antecipar-se a pane.